Era começo de 1984, eu ainda não havia nascido. A expectativa de ter uma menina em casa fez nascer prematuramente o meu nome, Carla. Nada deve ser tão significativo quanto estender sua identidade a um filho. Mesmo que às vezes contra todos os argumentos da razão, é uma aposta do coração no futuro. Um braço da sua existência, uma continuidade do seu próprio ser, um pedaço do corpo que vive totalmente independente. Ahhhh… e como essas asas próprias de um filho deixam mais longos os Continue lendo